Pedagogias experimentais

Performate: Oficina de audiovisual e Performance

Mate com Angu | Carlos D, Igor Barradas, Isis Perdigão, Manu Castilho, Pablo Pablo e Rafa Éis

Rio de Janeiro, 2016

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Laboratório Contemporâneo | Sente, imagina, olha, escuta

Propostas e descobertas do que é arte (ou pode ser)

Instituto MESA e Coletivo E.

Rio de Janeiro, 2014.

A viabilidade da escola de arte está em sua capacidade de considerar cada aluno como um pensador individual, portanto, um propositor, um descobridor do que é arte.

Rubens Gerchman

Inspirados na exposição Rubens Gerchman: com a demissão no bolso e no legado experimental e “pluridimensional” da época em que o artista era diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), entre 1975 e 1979, o Instituto MESA e o Coletivo E criaram, em parceria com a Casa Daros, o Laboratório Contemporâneo: um programa destinado a um grupo de jovens artistas de diversas linguagens, que teve início em 3 de outubro de 2014.

Como modo de partilhar processos criados e vividos coletivamente, os artistas apresentam ao público uma livre apropriação da conferência-espetáculo, prática experimental desenvolvida pelo cenógrafo Hélio Eichbauer, em suas aulas na EAV no contexto da década de 1970.

Artistas:

Aline B, Beatriz Coelho, Bianca Lopes, Camila Mozzini, Henrique Castro, Felipe Nunes, Gabriel Cavalleiro, Jandir Jr., Julia F Staneck, Luan Machado, Lucas Bueno, Luiza Coimbra, Michel Schettert, Raphael Giammattey, Tathi Peixoto, Tomaz Bevilaqua

Realização:

Casa Daros – RJ

Coordenação:

Instituto MESA [Jessica Gogan | Luiz Guilherme Vergara]

Coletivo E [Diana Kolker | Rafa Éis]

Apoio:

Escola de Artes Visuais do Parque Lage

Convidados: Fred Coelho, Geo Brito, Rafucko, Gustavo Ciríaco, Barbara Szaniecki, Ricardo Basbaum, Laura Lima e Vivian Caccuri.

Agradecimentos especiais à Bia Jabor, Eugenio Valdés Figueroa, Fernanda Castilhos, Felipe Moreno, Roberta Condeixa, João de Albuquerque e toda a equipe da Casa Daros. Finalmente uma menção especial para Hélio Eichbauer e EAV, Clara Gerchman e o legado experimental de Rubens Gerchman.


Os sentidos do sentido do público na arte, 2013

Sobre Os sentidos do sentido no público na arte (minidocumentário)

Quando convidados pelo Instituto Mesa para participar do desenvolvimento do projeto sentido do Público na Arte na região sul, fomos tomados por uma caleidoscópica pergunta: Quais são os sentidos das palavras sentido, arte e público que nomeiam o projeto? Ou melhor, quais são os sentidos do sentido do público na arte? Diante deste mise en abyme, nada nos pareceu mais atraente do que passar o problema adiante e espiar como diferentes pessoas recebiam a polifônica questão.

Diana Kolker e Rafa Éis

Sobre o projeto O sentido do Público na Arte

O projeto O Sentido do Público na Arte assumiu como proposição a importância de se sobre a complexidade estética e ética envolvendo as interações públicas entre a produção artística contemporânea e a sociedade, considerando as singularidades regionais brasileiras em três diversos contextos nacionais: Rio de Janeiro, Porto Alegre e Juazeiro, Sertão.

Em Porto Alegre, em colaboração com a curadora/educadora independente Mônica Hoff e os artistas-educadores Diana Kolker e Rafa Eis, realizamos uma coleta de depoimentos em vídeo sobre os sentidos do sentido do público na arte no contexto da 9ª Bienal do Mercosul, Se o clima for favorável. Artistas, curadores, educadores, mediadores, arquitetos, comunicadores e pesquisadores envolvidos de alguma forma nesta ou em outras edições da Bienal do Mercosul foram convidados para – ao longo do dia 7 de novembro 2013 – registrar essa diversidade de perspectivas.

Instituto Mesa

O vídeo acima registra a experiência do projeto na região sul – com direção e edição de Diana Kolker e Rafa Éis e montagem de Leandro Almeida – o vídeo integra a terceira edição da Revista Mesa, periódico do Instituto Mesa.


Programa Marés

[Concepção e realização: Letícia Bertagna | Luciano Montanha | Rafa Éis].

Butiá, Campo Bom, Rio Grande, Pelotas, Novo Hamburgo, Guaíba, Osório, Caxias do Sul, Porto Alegre, Viamão, Tramandaí, Triunfo, Lajeado, Sapiranga e Santa Maria, 2013. 

Programa de formação experimental voltado para professores de quinze cidades do Rio Grande do Sul ao longo de 2013.

O que ocorre se deslocarmos o fenômeno natural das marés para as formas de relação intersubjetivas e para os processos de criação artística? A lua e o sol atuam sobre os níveis dos oceanos através de forças gravitacionais, os ventos atuam sobre os mares de forma espetacular podendo produzir afloramentos. Como tornármo-nos oceano, sol, lua e vento através de metodologias artísticas e processos coletivos de criação? Como produzir altas marés, aumentar forças de atração e ressurgências através de estratégias poéticas compartilhadas?

Através de encontros nos quais os processos educacionais e artísticos ocorrem simultaneamente, o Programa Marés se propôs a abordar temas relativos aos contextos locais de quinze cidades visitadas (seus territórios sensíveis, seus climas e paisagens naturais e simbólicas) pela ótica dos participantes através de maneiras de fazer coletivas com a potência de criar micro-interferências, sutis intervenções na paisagem e no cotidiano. Os encontros eram construídos colaborativamente com os grupos de professores através de dispositivos de escuta, derivas poéticas nas cidades e partilhas de experiências.

Relizado através do Programa Redes de Formação | 9ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul: Se o clima for favorável. Porto Alegre, 2013.

 

 


Aprender a Habitar Melhor o Mundo

Comunidade Campo da Tuca. Porto Alegre, 2012.

O projeto “Aprender a habitar melhor o mundo” foi desenvolvido ao longo do ano de 2012 com crianças e jovens da Comunidade Campo da Tuca através da Descentralização da Cultura – programa de oficinas em arte e cultura do município de Porto Alegre, RS. Dos encontros com os pequenos e jovens artistas surgiram duas intervenções coletivas: “Casa Caminhante de Arte” e “Criando Sementes e Frutos para Árvores”. Ação concebida e realizada em colaboração com pequenos artistas da Comunidade Campo da Tuca em Porto Alegre, novembro de 2012.

 


Coletivo E (2010 – _)

Porto Alegre, Rio de Janeiro

Grupo independente e extradisciplinar que nasceu na cidade de Porto Alegre, em 2010. Composto por integrantes oriundos de diferentes áreas de formação, o coletivo se constitui no espaço entre.  Entre a arte a educação e a históriae comunicação e a filosofia e “n” coisas que não tenham nome, nem categorias, nem lugar, mas que se deslocam, borram limites de terceiros e os próprios.

Fruto do desejo de uma atuação autônoma e colaborativa, buscamos em nossos projetos a invenção de experiências singulares, privilegiando o encontro, a escuta, o cuidado, a criação e o pensamento. Desde o início de nossa atuação realizamos programas experimentais para a (des)formação de artistas, mediadores, professores; projetos de aproximação entre escolas e museus; ações educativas e artísticas direcionadas a todos os públicos.

http://coletivoe.blogspot.com.br/

 

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